Friends: The Movie (2015 Trailer)

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Brasileira Sambando Lindamente #Brazilian with leg prosthesis Shows Samba Skills

Seu nome é Camille Rodrigues, é nadadora paraolímpica e um grande exemplo de superação. Mesmo com a infelicidade de ter tido uma das pernas amputada, mostra o verdadeiro samba brasileiro.

“Se não há adaptação, a gente se adapta”. Com esse pensamento Camille Rodrigues, 21, nadadora fluminense que este ano teve o sexto melhor tempo na prova de 100 metros costas durante o Mundial de Natação do Canadá, encara os desafios que da vida. Mas, além de um talento especial para as piscinas, Camille também demonstra gostar de outro assunto: moda. E foi sobre isso e outras coisa que conversamos.

Quando nasceu, a nadadora teve a perna direita amputada por má formação congênita e, aos quatro anos, os médicos recomendaram a natação para que a bacia não fosse atrofiada, evitando prejuízos ao desenvolvimento da menina. “O esporte paraolímpico só veio em 2007, quando comecei a competir profissionalmente”, lembra. Camille não abre mão da vaidade e dos cuidados com cabelo e pele, mesmo passando muito tempo debaixo da água, “na pele uso muito hidratante e bastante protetor solar. O cabelo dá mais trabalho para cuidar, por isso tive que cortar na altura do ombro para manter a beleza dos fios, se não fica quase impossível”, brinca. Outra paixão? Salto alto! Usando uma prótese adaptada a desportista consegue se equilibrar em saltos de, até, dez centímetros, “basta colocar uma chave para ajustar o tamanho que preciso, aí consigo usar sapatos e sandálias de salto alto sem ficar bamba. Adoro porque fico confortável e elegante”. No fim de nossa conversa, Camille deixou um recado para os leitores do “Tudo Bem Ser Diferente”: “bola pra frente que atrás vem gente, ninguém me disse que seria fácil, mas me disseram que o final seria maravilhoso, então vou lutar para chegar no fim porque sei que serei recompensada”. Então, o quê está esperando? Se arrume e encare o mundo você também!

fonte tudo bem ser diferente e SH

Resposta ao Funk Ostentação – Meet Edu Krieger

Carrões, lindas mulheres, joias, baladas, muito dinheiro… Esses são alguns dos elementos retratados pelo funk ostentação, corruptela do funk carioca nascida em São Paulo e um dos gêneros musicais que mais vende hoje no Brasil. Normalmente feito por garotos de origem humilde que conseguiram grandes somas rapidamente e vivem, literalmente, ostentando seus ganhos, o estilo recebeu uma inteligente e dura crítica do compositor, cantor o instrumentista carioca Edu Krieger, na canção “Resposta ao funk ostentação”, lançada esta semana no YouTube.

 Reprodução/YouTube Edu Krieger lança, na internet, crítica ao funk ostentação

Com músicas gravadas por artistas como Ana Carolina, Roberta Sá, Pedro Luis e a Parede e Maria Gadú, ele fez uma canção com um jeito meio maroto de samba de velho, aliada a uma batida bem característica ao funk e uma linha melódica que lembra as canções do MC Guimê, principal expoente da corrente paulista. Krieger faz uma reflexão densa acerca da mensagem contida nas batidas que exaltam a balada, roupas de grife e outras coisas.

“Achei que seria interessante expressar meu ponto de vista sobre o funk ostentação utilizando a mesma linguagem dos MCs, só que adicionando uma pitada de MPB, que é a minha praia. Daí surgiu esse arranjo, que mistura violão de sete cordas com tamborzão”, contou nesta sexta-feira (8).

As considerações sobre os impactos que este tipo de composição tem no imaginário de garotos humildes, que comumente se espelham nos artistas para moldar caráter, modo de vestir e anseios, são pesadas e refletem uma visão crítica ao meio artístico e à busca do sucesso pelo sucesso, sem medir as consequências e a repercussão que os excessos pregados podem trazer para as comunidades. Diferentemente da vertente carioca (que teve sua primeira explosão no início dos anos 90, com músicas como “Rap do Silva”) que se pautava por canções de protesto e de retrato da vida nas comunidades, os paulistas preferem uma exaltação mais hedonista e nem um pouco contestadora.

“Acho que os funkeiros que seguem a linha da ostentação fazem um trabalho sério e batalham por suas carreiras como qualquer artista, e isso é legítimo. O que é lamentável é ver como esse capitalismo cruel e opressor gerou uma cultura do “ter” em sobreposição ao “ser”, que se reflete em suas letras”, concluiu.

Eis que o Edu Krieger chegou com um violão e leu meus pensamentos:

Veja o clipe e a letra completa do trabalho de Edu Krieger:

RESPOSTA AO FUNK OSTENTAÇÃO (Edu Krieger)

Você ostenta o que não tem
Pra tentar parecer mais feliz
Mas não sabe que pra ser alguém
Tem que agir ao contrário do que você diz
Você pensa que tem liberdade
Exibindo riqueza e poder
Mas não vê que na realidade
O sistema é que lucra usando você

E o sistema tem a cor
Do racismo e da escravidão
Cada vez que você dá valor
À roupinha de marca e à ostentação
A elite burguesa e branca
Que é dona das lojas de grife
Se dá bem, pois você bota banca
Mas é o sistema que aumenta o cacife

Clipe norte-americano
De artista que faz hip hop
Você quer imitar por engano
Pensando que assim vai ganhar mais ibope
É a regra do capitalismo
Eles querem que a gente consuma
Pra vivermos à beira do abismo
A gente pra eles é porra nenhuma

Você pensa que é modelo
Pras crianças da comunidade
Sinto muito, mas devo dizê-lo
Que o que você faz é uma puta maldade
Se o moleque não tem condição
De entrar nesse mundo grã-fino
Isso pode virar frustração
E você vai foder com o pobre menino

Que pra ter um tênis foda
Pode até assaltar um playboy
Pois se fica excluído da moda
Recebe desprezo e isso lhe dói
E as mulheres que dão atenção
Que te cobrem de beijo e afeto
Valem menos do que seu cordão
Pois você trata elas pior que objeto

Quem batalha pra viver
E botar a comida na mesa
De repente te vê na TV
Dirigindo carrão e exibindo riqueza
Ostentando pra ter atenção
E achando que isso é maneiro
Sem saber que essa ostentação
Faz o branco do banco ganhar mais dinheiro

Negro tem que ter poder
Negro tem que ser protagonista
Tem que estar no jornal, na TV
No outdoor e na capa de toda revista
Mas não tem a menor coerência
Ostentar um anel de brilhante
Isso só vai gerar violência
Inveja e recalque no seu semelhante

Que legal sua conquista
Sua história de vida também
Mas seu papo é tão consumista
Que faz de você um artista refém
Dessa pose fajuta e falida
Que só finge aumentar autoestima
Infeliz de quem sobe na vida
E não sabe o que faz quando chega lá em cima

 

via 1

Around the World in 360° Degrees – 3 Year Epic Selfie

3 anos para tirar um selfie… E valeu a pena!

Você adora tirar “selfie” e sabe que não está sozinho. O mundo inteiro aderiu a esta onda e todos os dias milhares de fotos são tiradas desta forma.

Mas quando uma “selfie” demora 3 anos pra ser tirada?
Pois é, ela fica sensacional! Confira!

 

The ultimate selfie compilation documented like never before in a 360° Degree rotation in every major site and exotic place in over 36+ countries.

Alex Chacon is on a Modern Motorcycle Diaries driving his motorcycle over 200,000+ Km crossing 75+ borders around the world to the most remote and undiscovered places on earth on this charitable expedition.

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